Nossa História

Conheça um pouco sobre nossa trajetória

A história da Fraternidade Rosa-Cruz do Brasil pode ser contada a partir do século XIX, considerado o “Século Áureo”, devido ao “reavivamento espiritual que existiu no planeta”. Vamos recordar alguns desses grandes acontecimentos do período...

O trabalho neste plano do Mestre Eliphas Levi Zahed (1810-1875). Alphonse Louis Constant (nome civil) é considerado por todos os espiritualistas como o maior ocultista da humanidade.

Eliphas Levi Zahed

A fundação da Sociedade Teosófica, em 1875, por Helena Blavatsky (1831-1891). Essa instituição introduziu no Ocidente conceitos que já eram bem difundidos no Oriente e realizou um grande trabalho de recrutamento e expansão da doutrina espiritualista no planeta..

A sistematização da doutrina do espiritismo, por Allan Kardec (1804-1869), em 1857, que, entre muitas consequências, reintroduziu na agenda mundial o tema reencarnação.

Helena Blavatsky

A realização, em Chicago, nos Estados Unidos, do “Parlamento Mundial de Religiões”, também chamado de “Parlamento das Religiões do Mundo”. Neste evento, realizado em setembro de 1893, o Ocidente conheceu muitas tradições espiritualistas do Oriente e o destaque foi o Mestre Swami Vivekananda (1863-1902).

O surgimento do denominado “Novo Pensamento”. Foi um movimento espiritual que eclodiu nos Estados Unidos, enfatizando as crenças metafísicas, tendo como o seu maior expoente o Mestre Prentice Mulford (1834-1891).

Swami Vivekananda

Esses episódios e fatos, dentre outros, fizeram surgir no Mundo, em particular nas Américas, diversos movimentos espiritualistas.

Em 29 de outubro de 1902, chegou a esse plano, em Belém do Pará, na Região Norte do Brasil, o Professor Júlio Guajará Rodrigues Ferreira. Segundo relato de Irmãos antigos, este Mestre ROSA-CRUZ passou a adolescência na Europa, precisamente na França, Portugal e Inglaterra, viajando para a Índia, onde recebeu a Sagrada Iniciação.

Logo depois, com 20 anos, retornou ao Brasil, totalmente envolvido e impulsionado por um ambiente profícuo de divulgação da doutrina ROSA-CRUZ.

Em 1924, com apenas 22 anos, publicou o livro “Os Mistérios da Alma”.

Em 1926, já residindo no Rio de Janeiro, o Professor Júlio Guajará Rodrigues Ferreira passou a ser o instrutor secreto da Ordem Mística do Pensamento, que funcionava na Rua do Mercado, nº 14, 2º andar, Praça XV, no então Centro da capital federal.  

Como jornalista, este Mestre ROSA-CRUZ redigiu e publicou ensaios espiritualistas, confeccionou horóscopos e mapas astrais, que foram publicados nos jornais e revistas da época. Foi redator-chefe da revista “A Mente”. Discursou diversas vezes, sobre um banquinho, em praças públicas, divulgando a doutrina rosacruciana.

Em 1927, fundou o Instituto Teosófico Rosa-Cruz, que funcionou, primeiramente, na Rua do Riachuelo, nº 95, no Centro do Rio de Janeiro, transferindo-se, posteriormente, para a Rua São Carlos, nº 125, no bairro do Estácio, Zona Norte da cidade.

Em 1928, coincidindo com a primeira visita ao Brasil do então delegado internacional da Sociedade Teosófica, Curuppumullage Jinarajadasa (1875-1953), o Professor Júlio Guajará Rodrigues Ferreira se desligou definitivamente da Ordem Mística do Pensamento e transformou o Instituto Teosófico Rosa-Cruz na Sociedade Teosófica Rosa-Cruz.

Jinarajadasa voltou ao Brasil em 1934 e 1938, e, posteriormente, na década de 40 assumiu a Presidência da Sociedade Teosófica.

De 1928 a 1930, o Professor Júlio Guajará Rodrigues Ferreira realizou várias palestras e publicou artigos sobre assuntos espirituais nos jornais “A Gazeta de Notícias”, “Jornal do Comércio”, “Diário da Noite”, “Jornal do Brasil” e “O Jornal”.


Jinarajadasa

Em março de 1930, o Professor Júlio Guajará Rodrigues Ferreira dissolveu a Sociedade Teosófica Rosa-Cruz, e em 27 de outubro do mesmo ano abriu ao público a Fraternidade Rosa-Cruz do Brasil. Na oportunidade, esse Mestre ROSA-CRUZ divulgou que a nova instituição já funcionava de “maneira fechada”. No período em que ficou hermética, foram Veneráveis Grão-Mestres o Barão Ergonte, Múcio Scevola Lopes Teixeira (1857-1926) e o Hierofante Rosa-Cruz, Magnus Söndahl (1865-1921).

Magnus Sondhal

A Fraternidade Rosa-Cruz do Brasil, no início, realizou cultos em vários endereços, mas acabou por se fixar num prédio alugado na Rua Barão de Itapagipe, nº 68, no bairro do Rio Comprido (Zona Norte do Rio de Janeiro). A primeira reunião da Congregação no atual prédio próprio (Templo de São João), localizado na Rua Afonso Pena, nº 75, no bairro da Tijuca (Zona Norte do Rio de Janeiro) foi realizada em 10 de junho de 1951, sob a direção de Panfili Guerino (1915-1953).

Em 4 de junho de 1931, foi aberto na rua Visconde de Uruguai, nº 297, no Centro da cidade de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, o Capítulo de São Luiz, sendo transferido, posteriormente, para o outro lado da Baía de Guanabara, na então capital federal, em 1942, instalando-se na rua Comandante Coimbra, nº 35, em Olaria (Zona Norte). No ano de 1943, foi transferido para o prédio alugado na rua Angélica Mota, nº 156, no mesmo bairro. Em 1953, foi instalado em definitivo num prédio próprio da mesma rua (nº 166).

Em 1932, foi editado o jornal “O Cartel”, primeiro órgão oficial de divulgação da nova instituição. O “Jornal do Templo” foi fundado em fevereiro de 1946, sendo publicado até setembro de 2005, quando passou a ser chamado “O Templário”.

Em 28 de janeiro de 1944, o Professor Júlio Guajará Rodrigues Ferreira passa para outros planos, sendo sepultado no Cemitério São João Batista, jazigo 6963.

O Professor e Irmãos num evento em novembro de 1936

Foram dirigentes até agora desta Ordem iniciática os seguintes irmãos: o Professor Júlio Guajará Rodrigues Ferreira, no período de 1930 a 1944; José de Amorim (1944-1947); Panfili Guerino (1947-1953); Magliano Muniz da Matta (1953-1973); Waldemar José Pacheco (1973-1988); Lício Pinheiro (1988-2016); e atualmente Silvio Lopes Rodrigues.

Os cultos públicos da Fraternidade Rosa-Cruz do Brasil acontecem às terças-feiras, às 20 horas, no Templo de São João, na rua Afonso Pena, 75, Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, telefone (21) 2569-7625; e no Capítulo de São Luiz, às quartas-feiras, às 20 horas, e aos domingo, às 10 horas, na Rua Angélica Mota, 166, Olaria, Zona Norte do Rio de Janeiro, telefone (21) 2564-7121.

A Fraternidade Rosa-Cruz do Brasil também mantém funcionando no município de Itatiaia, na divisa dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, o Sítio Arco-Íris, numa localidade chamada pelo Professor Júlio Guajará Rodrigues Ferreira como “A Montanha Sagrada”. Este local serve de lazer e retiro espiritual.

Para o movimento espiritualista, a abertura da Fraternidade Rosa Cruz do Brasil ao público em geral foi fundamental para o avanço do trabalho de elevação do nível de consciência da humanidade.

Os nossos principais Mestres são os seguintes: Divino Mestre Jesus de Nazareth; Eliphas Levi Zahed (astral); Prentice Mulford (mental-físico); e Swami Vivekananda (espiritual).

O Brasil é considerado em todas as tradições como a nação que vai liderar a Nova Era. Daí a importância de uma instituição iniciática como essa, trabalhando abertamente para a evolução espiritual do planeta.

Um dos objetivos da Fraternidade Rosa-Cruz do Brasil é a “Construção do Templo Espiritual da Humanidade”.

Matriz Nacional

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